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02 March 2008

Final de Férias

Férias terminando e no fim não cumpri minha pseudo-promessa (por isso era uma pseudo-promessa, eu sabia que não ia cumprir), MAS me diverti pacas. Sobre isso só posso mesmo é agradecer quem fez isso possível.

Primeiro à Le, minha namorada, claro. Além de namorada ela foi uma amiga muito divertida nessas férias e apesar das inevitáveis briguinhas ela contribuiu muito para a diversão das férias. Depois tem o Beck, o Félix e o Márcio (que eu cito em ordem alfabética pra ninguém se sentir menos importante, pra quem se sentir: teu cu), meus muito-mais-que-colegas, companheiros e amigos divertidíssimos a quem eu devo muitas risadas e descargas de endorfina.

Outros agradecimentos incluem o Pipi, por ser um dos inimigos mais legais de um jogo de videogame (além de ser responsável por uma das cenas mais embrulhantes de estômago de um filme de terror) e também à Heather, por ser uma protagonista de jogo com personalidade. Também gostaria de agradecer à Konami por fazer esses jogos legais e ao BitTorrent por... ahm, bem, deixa pra lá.

Agradeço também ao cognatas por ter voltado! Muitas risadas mais graças a isso!

Enfim, um monte de coisa legal aconteceu. Duas viagens ótimas, muitas, mas MUITAS festas mesmo, porres inesquecíveis, jogos divertidos, muitas noites viradas e o mais importante: amigos. Me chamem de babaca, clichê, qualquer coisa, mas eu concordo plenamente com um post do Beck: amigos são a melhor coisa do universo!

31 January 2008

Windows no Laptop

Depois de mais de um ano de exclusividade do Ubuntu no meu Laptop resolvi finalmente fazer os backups necessários para reformatar o HD e instalar windows.

Bom, desde a compra do computador os planos eram ter os dois sistema com dual-boot. Por isso eu havia deixado uma partição reservada para instalar Windows posteriormente. Acabei descobrindo que o limite de partições primárias do meu HD eram 3 e eu já tinha as 3 (uma para a / outra para a /home e uma de swap) e por estar usando o Ubuntu há algum tempo aloquei o espaço que eu tinha reservado e segui sem windows.

No fim desse ano algumas coisas mudaram. Fiz o primeiro jogo que eu posso chamar de completo e apesar de sua simplicidade gráfica extrema ele tinha sérios problemas de performance no Linux. Bem, culpe a ATI e sua incapacidade de fazer um driver que funcione para Linux. Eles estão tentando, mas simplesmente não dá. Não chega lá. Minha situação financeira atual diz que eu vou ter que me contentar com minha ATI Radeon XPress 200M por mais um tempinho e enquanto isso eu gostaria de começar a levar mais a sério o desenvolvimento de games.

Minha intenção inicial em instalar o windows era aprender a usar o XNA. O desempenho da minha placa no Linux me deu um certo medo de que não rodasse nada direito, mas não é que eu tive surpresas agradáveis? Enquanto a placa (provavelmente - eu não testei, pra falar a verdade) não roda jogos muito atuais o demo do XNA rodou suavemente e vários jogos que me divertiam muito rodaram legal.

Óbvio que eu entrei num frenesi de instalação de jogos e testei tudo que eu gosto e que estava ao meu alcance. A maior surpresa foi descobrir que os requerimentos mínimos para rodar a versão de PC do Silent Hill 2 são ridiculamente baixos. Ainda assim o jogo é bem impressionante graficamente, mas creio que isso se deva mais ao trabalho artístico do que do uso do hardware.

Bom, no fim eu percebo que nunca vou achar o sistema operacional perfeito. Enquanto minhas necessidades de programador são satisfeitas perfeitamente com o Linux, meu lado jogador ainda vai precisar de um Windows para ser feliz.

10 January 2008

Gente Normal? Onde?

Everynow and then eu escuto alguém dizer que não faz muito bem conviver com pessoas desequilibradas, problemáticas, etc. O ideal é conviver com pessoas normais, pessoas centradas. Daí eu parei pra pensar nisso esses dias, pensando em muitos amigos e gente que eu conheço de perto e depois eu tento espandir meu pensamento pra englobar um plano mais geral do que eu sei sobre as pessoas e a vida.

Quando eu tento generalizar uma coisa sobre pessoas eu tento fazer uma fotografia mental do mundo que eu conheço usando minha própria experiência e minha vida como ponto de partida, mas depois eu incluo filmes, livros, noticiários e outros conhecimentos que já estão tão fundados que eu nem sei de onde vêm. Tudo isso pra formar minha noção sobre as pessoas. Eu chamo de fotografia porque eu não gasto horas pensando nem faço um estudo detalhado. Eu simplesmente penso por uns poucos segundos e tento tirar uma conclusão.

Eu fiz isso sobre as pessoas serem normais ou não e a minha conclusão é de que eu não conheço ninguém normal. Aliás, acho que ser normal é uma grande mentira, não existe tal coisa. Eu penso em alguns modelos que às vezes são vendidos como equilíbrio e normalidade, tipo aquela cena American Way of Life da família feliz com casinha e cerquinha branca e não consigo deixar de achar um monte de coisas doentias e desequilibradas, nem que seja o consumismo só pra citar o mais óbvio.

Agora pensando talvez a normalidade exista. O normal é ser louco mesmo e aquele que aceita a própria loucura e aprende a tirar o máximo de felicidade dela está no caminho certo.